Atari a venda no Brasil

Boa tarde cambada, poisé, o caso é que eu também fiquei meio surpreso confuso e impressionado, mas não é que Atari voltou a ser fabricado? E pasme o Atari já era vendido nos EUA a um certo tempo, e agora o danado chegou ao Brasil… e eis que recebo um e-mail da BudMol falando sobre a possibilidade de compra.

O Atari Flash Back 2 é um modelo muito parecido com o Atari Original dos anos 70, prato cheio pra quem admira e respeita as tradições de um povo(no caso o povo nerd, geek e afins), ou quer só se lembrar de momentos que ficaram na década de 80 e 90.

De toda forma, ainda nem acredito, Atari pra mim significa muita coisa… quando criança jogava com um amigo, hoje os  OLD GAMES são uma espécie de santidade do entretenimento tecnológico… esse daí é um clássico, uma Relíquia Nerd, que merece um altar por tudo que proporcionou a vida singela de jovens que viveram no limbo tecnológico dos anos 80 e 90, mas que já esboçavam seu comprometimento com o PRIDE NERD.

Outra coisa que me impressionou foi o preço, muito barato R$170,00 por um ATARI novinho na caixa, me parece MUITO em conta.

Atari no Brasil

Abraço e espero que tenha sido uma boa dica Nerd.

Um amigo comprou, e ele diz que ao começar a jogar sentiu um certo nó na garganta, já imaginava que aconteceria, tanta tradição assim é necessário muita fibra pra suportar com a postura necessária.

Achei justo compartilhar.

Quem é Clark Rockfeller?

Bem legal, daqueles filmes que você digere por mais alguns minutos após termino(eu disse, minutos e não horas).

De toda forma é um filme sobre o larápio interpretado por Eric McCormack o sujeito é tão brilhantemente enganador, que me passa a perna na locadora mesmo, quando loco o filme pensando ser estrelado por Sam Rockwell, (esse caras são parentes?)

Mas, apesar de ter um protagonista menos bem sucedido, o filme
pelo menos para mim pobre ignorante da 7ª arte, não deixa a desejar,
e como roteiro é baseado em fatos reais, não existe muito o que ser condenado… A não ser é claro os tais fatos reais.

O filme te coloca a refletir sobre o quanto nós nos induzimos a acreditar naquilo que aparentemente é verdade… quantos de vocês conhecem a familias de seus namorados, ou os pais de seus amigos… ou quem sabe quele quase irmão bem sucedido que voce até hoje não intende o que ele faz pra viver e como consegue sempre não ter dinheiro.

É… tem que ficar esperto, vocês podem estar cercados de Clarks Rockfeller.

 

Transformes 3 e um pouco de lenovo

Como vai a madrugada meus caros 2 ou 3 leitores? hahahahah

Pois é, acabo de chegar do cinema, e antes de falar sobre o filme, gostaria de lembra-los que um homem precisa de objetivos e não é segredo pra ninguém que sempre quis ser um caminhão que vira um robô gigante e abafa com as garotas.

Se toda minha minha razão de ser gira entorno de um dia ser comparado ao caminhão que atende pelo nome de Optimus Prime, que atualmente habita os filmes infanto juvenis do Michal Bay. Toda minha rasão de rasão mesmo, gira em torno de entender porque o Michal Bay faz isso nos filmes deles… sério ele dirigiu aquilo sozinho?

Já achava suficientemente patético um robô com boquinha(vide o Optimus Prime falando enquanto a câmera foca seus metálicos e voluptuosos beiços carnudos…)agora aquele Starscream salivando na cara do Shia LeBeouf tava de rasgar, e já que é pra spoliar sem dó nem escrúpulo de quem caiu aqui na esperança de uma crítica imparcial. Meus amigos as boas novas são que; o filme se excede menos, na verdade acho que os maiores exceços são por parte da lenovo que faltou colocar a marca deles nos carros e nas roupas dos astronautas. Também devo reconhecer que houve mais responsabilidade no uso de efeitos especiais,(você sai de lá sem a impressão de ter sido violado por um Robô gigante, feito acontece no filme anterior) e até o tempo de duração foi enxugado de 2 horas e meia do segundo filme para pouco mais de 1 hr e meia nesse novo episódio.

obs: Meu referencial de qualidade e responsabilidade deriva do filme anterior e não o de um bom filme.

Porém, acho que isso de enxugar o tempo não foi muito bem pensado, alguns cortes grosseiros no desenrolar da história(sim, ainda mais grosseiros que no filme anterior) tipo o bumblebee aparecer salvar todo mundo a câmera mostra um outro grupo de gente esperta e aventureira, ai volta pro bumblebee, e ele já sendo feito de prisioneiro( mocinha da cela) e com as mãos na cabeça(sim o canhão de lazer dele continua embutido no anti-braço, os sequestradores robos, não haviam contado com sua astúcia)…

Isso fora aquela belezura da angel; Rosie Huntington Whiteley que sabe ser quase tão impressionante quanto um caminhão que vira robô e que me impressionou bastante com seu desempenho gostosístico, estou até agora achando que ela fez free style na atuação, tipo(lá vem mais spolier brabo) ela se apresenta como uma personagem meiga, sensata racional e centrada uma entidade lora, linda e inabalável, enquando o guri ex-megan-fox começa o filme como apenas mais um jovem desempregado, e ai o filme se desenrola nesse relacionamento absurdamente complexo até que, o looser enxerga uma o oportunidade de voltar a salvar o mundo, mas ele resolve fazer isso no dia que ela tinha uma festa pra ir, naturalmente eles brigaram(nessa parte fiquei imaginando o Michal Bay na cadeirinha de diretor, pensando, “aném isso tá tranquilo demais, vô criá uma desavença!”).

Pitel Prime

E falando em bizarrices aparece também aquele japa mafioso e de sexualidade duvidosa do “se beber não case“… só que agora ele usa óculos de estudioso…(acho que japa gay e asqueroso é tendencia em hollywood, dica a todos meus leitores nipônicos buscando um lugar ao sol)

Enfim deixa pra lá, no mais é isso, apesar de tudo o Optimus Prime continua sendo um caminhão que vira um robozão bonachão que tem boquinha e as vezes voa, as vezes se embaraça nos cabos de aço da vida, o que não o atrapalha fazer bondade e ajudar as pessoas dos EUA.

Meia Noite em Paris – Woody Allen

Bem, reconheço, faz bastante tempo que não venho desaguar meu frágil, entusiasmado e mal embalado ponto de vista, levemente untado por vícios e superficialidades Hollywoodianas… mas, vamos ao que não interessa.

Ontem a noite, antes de entrar para o cinema, não fazia ideia de o quão aconchegante seria o filme, Woody Allen definitivamente conseguiu me poupar de horas na mesa de bar dando voltas cambaleantes em torno de um assunto anacrônico qualquer em que eu tentaria proteger de armas em punho a contemporaneidade de algum famigerado saudosista . Mas falar sobre o que pode ser bobo, esse rompimento com o mundo (pós)moderno em busca de uma vida simulada num passado qualquer, nem se quer é a máxima ofertada.

Wood Allen não nos surpreende com uma Paris exuberante, esperar um resultado plástico formidável de uma Paris naturalmente charmosa e ainda incorporada a um filme do Woody  Allen é uma das poucas coisas que alguém deve não chamar de surpreendente.

Também não me surpreende o jeito inteligente que ele sempre aborda a inteligência em seus filmes, com personagens tão reais, e tão cheios de variáveis e vetores de interesse, mesmo num personagem como Gil Pender (Owen Wilson). Idealista que busca incessantemente uma satisfação interna intelectual. Ele quer por que quer, se sentir escritor “de verdade”, fugir do gesso Hollywoodiano, e se possível fugir no tempo a uns 90 anos atrás para gozar de todo aquele universo artístico oferecido pela Paris dos anos 20… mas ai ele consegue, e numa ponta de realismo fantástico o filme começa a expor num contexto fluído o que se equivaleria a um mês de aula de história da arte num faculdade não muito prestigiada(rs), com direito a Buñuel, Picasso, Ernest Hemingway, Dalí e muitos outros.

E nessa sopa densa de artistas e escritores, que muita coisa interessante, idealismo artístico e clichê filosófico é plotado na tela,  possibilitando a oportunidade de reflexão sobre o papel da arte, o papel do artista do escritor e dos papeis.

(Me recuso a acreditar que alguém termine esse filme sem se sentir inclinado a pelo menos ir para o twitter e escrever muito.)

Então é isso, se você se imagina se divertindo, vendo inteligentes, intelectuais, ambiciosos, bossais e pedantes tudo muito bem colocado e posicionado no ambiente Parisiense, como se tivessem alinhado pixel por pixel de cada personalidade, para que ela ficasse perfeitamente imperfeita e sem óbvios objetivos, vá assista e seja feliz.

 

p.s. meu ps3 super barato vai muito bem obrigado, ainda consigo ver filme escrever e trabalhar!

Achei o PS3 mais barato do mundo

Pois é nerds do planeta, sei q andei sumido, mas o post se justifica, achei um site, em que voces poderão finalmente resolver o motivo de não aproveitar a vida com a intensidade devida.

nesse endereço  https://www.budmol.com/?pg=13&cod=1975 esse site budmol é de confiança, meu playstation 3 chegou ontem a noite *-*

boas compras, logo logo teremos novos post sobre minha experiências com meu novo brinquedo!

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